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05/11/2012

Bandidos abrem fogo durante sepultamento em cemitério, em Aracaju

Irmãos são executados por traficantes do Jardim Centenário.

 

A polícia procura pistas do principal suspeito (Fotos: Portal Infonet)

No fim da tarde deste domingo, 4, um crime bárbaro foi registrado na capital sergipana. O fato ocorreu durante um sepultamento que estava sendo realizado no Cemitério São João Batista, no Castelo Branco.

A vítima, identificada como Milton César Oliveira, de 41 anos, estava presente no sepultamento da irmã, Claudeci Oliveira, de 44 anos. A mulher foi vítima de arma de fogo na noite do último sábado, 3, no Jardim Centenário. Bastante assustados com a tragédia que ocorreu na família, parentes dos irmãos mortos, contaram que a mesma gangue de traficantes que tirou a vida de Claudeci foi até o cemitério e executou Milton.

A testemunha que não será identificada por medida de segurança conta que dois homens fortemente armados estavam em um veículo táxi e quando observaram a família parada na porta do cemitério abriram fogo. Os disparos chegaram a atingir a parede do São João Batista.

"Tudo começou porque meu sobrinho é usuário de drogas e ele está devendo dinheiro para esses traficantes. Ontem [3] eles estiveram atrás do meu sobrinho e como não encontraram mataram a minha irmã. Hoje [4] eles vieram no sepultamento para matar quem encontrassem pela frente”, lamenta a testemunha que ressalta que toda a família foi ameaçada.

 

A vítima foi executada na porta do cemitério

“Não sabemos o que fazer, pois eles prometeram matar todos nós”, diz a testemunha que enfatiza que seu irmão [Milton César] era morador da cidade de Carmópolis e trabalhava em uma empresa terceirizada da Petrobras.
“Um homem trabalhador que não tinha nada a ver com essa situação que a minha família está enfrentando. A mulher dele chegou a pedir que ele não viesse para o sepultamento e ele veio e morreu”.

Investigação

A polícia que conseguiu localizar instantes depois do homicídio o taxi usado pelos bandidos já recebeu informações de que o principal suspeito da pratica dos homicídios é um ex-presidiário identificado apenas como Júlio.

Equipes da Radiopatrulha, Choque e do PAC do Castelo Branco estiveram no local de crime. A criminalística e o Instituto Médico Legal (IML) também foram acionados. Policiais do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) isolaram a área e iniciaram a investigação.

Por Kátia Susanna, do Infonet

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